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O consumar do acto

Por momentos ficamos com a sensação que os evadidos da prisão se mascararam de árbitros e foram trabalhar para a UEFA, a mesma UEFA que assobiou para o lado no caso do apito dourado é a mesma que põe dísticos de “respect”, “fair-play”, etc. nas suas competições.

Que isto é um negócio de milhões, ninguém duvida, mas o que faz com que este negócio seja rentável e mova milhões é precisamente a popularidade da modalidade em todas as faixas e extractos sociais no mundo, penso que não interessa à UEFA ver a popularidade desta modalidade baixar cada vez mais com decisões cada vez mais escandalosas e sem qualquer base de critério de igualdade nas decisões, o mais forte é quem predomina e com isto vão cavando cada vez mais o fosso na diferença entre equipas,  os beneficiados acabam sempre por ser os mesmos.

Depois do roubo que foi por exemplo aquele pénalti da 1ª mão, o Proença que nos calhou na rifa, nem pestanejou na hora de decidir em marcar uma falta dentro da área e amarelar logo ali 3 jogadores do Benfica pelos naturais e normais protestos, um deles até era o capitão que pouco mais tarde seria expulso por acumulação de amarelos e assim se condiciona uma eliminatória, foi preciso ter um Chelsea muito fraquinho e um Benfica fortíssimo para termos indefinição no resultado até ao último apito. Vimos um Chelsea a queimar tempo durante 180 minutos de eliminatória e a ver jogar à bola, um Benfica que nem com centrais jogou na segunda mão, o Javi e o Emerson nunca jogaram juntos a central e mesmo assim a indecisão da eliminatória esteve até ao último segundo bem viva. Até no apito final o árbitro mostrou o que vale, dando 4 minutos de descontos e depois daquele queimar de tempo durante toda a partida, houve um golo e os respectivos festejos nos descontos e o homem acaba o jogo aos 3 min e 4o e tal segundos de jogo…

Uma coisa acaba por ser certa, esta é uma daquelas derrotas que não afectam nem a moral dos adeptos nem da equipa, resultam isso sim num maior orgulho e numa maior moralização para o que ainda há-de vir. O Benfica, os seus jogadores, equipa técnica e massa adepta tudo fizeram para serem felizes nesta eliminatória, não tivémos um pingo de sorte e houve de facto decisões externas ao jogo a influenciarem este desfecho, só espero que no futuro não calhe sempre ao mesmo, já que espero para o ano e para o outro e todos os anos estar lá presente.

Segunda feira temos outra batalha e esta sim fulcral para o desenrolar do objectivo principal de ser campeão nacional. Os jogadores podem e devem estar orgulhosos do que fizeram e concentrados em ganhar. Se houver justiça este ano, a melhor equipa portuguesa e única a merecer ser campeã, é sem sombra de dúvida o Sport Lisboa e Benfica!

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