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O Verdadeiro Adepto

Este é o verdeiro adepto de futebol 🙂 repare-se como vê a descida do River à segundona e nem é caso para menos ver o poderosíssimo River descer… Aviso desde já para a linguagem em castelhano menos própria…

 

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Um dos maiores problemas do Benfica é… a sua grandiosidade

O Benfica é o clube que mais adeptos tem em Portugal e mais sócios tem no Mundo, mas isso infelizmente nem sempre é sinónimo de maior união, pois quando a coisa não corre bem a voz de reacção torna-se ela também muito amplificada e grande demais. Existe por aí muito adepto do Benfica que só o é quando vai para o Marquês e para o centro da sua cidade, vila ou aldeia gritar bem alto e às vezes  reconheço até alto demais que é Campeão e quando ganha. Quando acontece o contrário, perde, refugia-se nas sombras e se fôr preciso, renega o Benfica , fala mal de tudo e de todos e nem sequer “liga” a isto e “eles é que ganham o dinheiro”. Ora bem o Benfica e o ser benfiquista não é decididamente isto, ser do Benfica também é saber sofrer, saber perder e saber ser mais alto, ter capacidade de sacrifício e superar as dificuldades, quem o fôr não precisa de ler isto para o sentir. Num passado muito recente falando na época passada e por vezes assiste-se a esta união, a esta onda e a esta simbióse de adeptos, sócios e simpatizantes quando, ou somos campeões, ou por alguma razão fazemos um grande feito, ou simplesmente ganhamos, pois bem, não devía de ser só nessas situações que esta maneira de estar e ser benfiquista devía sobressair.

Estou a escrever isto agora que já passou meia semana do Nacional – Benfica e depois de ler isto (com o qual concordo absolutamente) para com uma maior capacidade de reflexão e de cabeça fria poder analisar estas duas primeiras jornadas. É um escape fácil acusar o Roberto porque esteve mal num lance qualquer, mas o problema do Benfica não foi só o Roberto, fazendo uma análise individual dos jogadores nestes dois jogos, para mim tirando talvez o Fábio Coentrão, todos têm estado muito abaixo do que usualmente estão, talvez psicologicamente ainda paire o espectro das transferências milionárias do Di Maria e do Ramires e a possibilidade de alguns deles se transferir e de algum modo os iniba de fazer melhores prestações. Porventura até as escolhas do Jorge Jesus não têm sido as melhores e sinceramente até gostava de ouvir mais humildade e menos arrogância na voz dele, mas isso são estilos (como às vezes os especialistas lhe chamam) e sou apenas eu (um simples sócio com cativo) a falar, eu como qualquer um não gosto de perder, mas como qualquer partida da vida à que saber ganhar e saber perder, mas a dignidade, o respeito e o carácter terá de ficar intocável, é isto que nos define e marca a diferença dos verdadeiros campeões em relação aos demais é por causa disto e de mais uma infinidade de coisas que sou Benfica. A fasquia ficou muito alta, porque a época passada devolveu a “normalidade” do espírito e da garra do “jogar à Benfica”, eu do meu cativo adorei de ver, os dados estão lançados para continuarmos na mesma senda de vitórias, é verdade que as duas primeiras jornadas correram mal mas por mim até podiam ser 10 pois estarei lá no meu lugar a apoiar incondicionalmente as camisolas do SLB. Quem perdeu estes dois jogos não foi o Luis Filipe Vieira, não foi o Jorge Jesus, não foram os jogadores, fomos todos nós e quem não o assumir de uma forma clara e quiser apontar algum tipo de bode expiatório, seja ele qual fôr, ou é muito curto de memória, ou tem problemas extra-benfica por resolver, ou até me atrevo a dizer com alguma pena minha que está no clube errado.

Este post faz referência a um outro do Carlos Miguel Silva (Gwaihir) no blog Tertúlia Benfiquista que a meu ver coincide com o que aqui escrevo. O post é este: “Voando sobre um ninho de vespas disfarçadas de cucos”

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